Estrutura do ativo
Hierarquia funcional, identificação, e o que precisa ser rastreado por número de série ou lote. Na locadora, o equipamento fica cadastrado no endereço do cliente, e a ordem de serviço nasce no site dele.
Ativos e manutenção
Ordem de serviço em papel, plano preventivo que ninguém cumpre e histórico de falha que mora na cabeça do mantenedor. A BI Smart implanta EAM de ponta a ponta, com o IFS EAM como plataforma de referência, e o desenho feito junto com quem executa: do parque fabril à frota de embarcações offshore. Trabalhamos no IFS 10 e no IFS Cloud: se o módulo de manutenção já está licenciado no seu IFS, o projeto usa o que está instalado, e migrar de versão é outra decisão, tomada depois: o que você cadastrar no IFS 10 (estrutura, planos, histórico) é levado na migração para o IFS Cloud; não se começa do zero. Começa com uma semana na sua operação, presencial, em qualquer estado: levantamos o que já existe no IFS e a planilha de preventiva, e você recebe a lista do que aproveita, do que refaz e a ordem de entrada por tipo de equipamento.
Todos os serviçosDa frota offshore vale o que o parque locado também tem: ativo que se move, horímetro e ordem de serviço no site onde ele está.
Projetos parecidos que já entregamosHierarquia funcional, identificação, e o que precisa ser rastreado por número de série ou lote. Na locadora, o equipamento fica cadastrado no endereço do cliente, e a ordem de serviço nasce no site dele.
Preventiva por calendário ou por medidor, com o cuidado de não desenhar por mês o que a operação mede por hora de uso. Sem telemetria, o horímetro entra pelo aplicativo na visita ou por planilha importada, e a preventiva dispara por ele; com telemetria, pelo Orbit IoT.
Abertura, apontamento, material e mão de obra, com custo chegando na contabilidade. Para a equipe em campo, o aplicativo de ordem de serviço do IFS no celular, no IFS 10 e no IFS Cloud, que funciona sem sinal e sincroniza depois. Conferimos na semana de levantamento se o seu contrato IFS cobre o aplicativo móvel.
Tempo médio entre falhas, tempo médio de reparo e disponibilidade por equipamento, saindo do próprio ERP, sem planilha paralela. Na locadora, hora parada em cliente é hora não faturada.
Presencial, no pátio, na oficina ou a bordo: o que já existe no IFS, a planilha de preventiva e a lista do que aproveita, do que refaz e a ordem de entrada por tipo de equipamento.
Hierarquia por tipo de equipamento, com o critério de número de série e lote, e o ativo cadastrado onde ele está: na planta, na embarcação ou no site do cliente.
A preventiva de hoje migrada com o gatilho certo: hora de uso, quilômetro ou data.
Abertura, apontamento, material e mão de obra, com o custo na contabilidade; no celular para a equipe de campo.
Tempo médio entre falhas, tempo de reparo e disponibilidade por equipamento, saindo do ERP, sem planilha paralela.
O que a operação pede depois da entrada em produção, com prazo por criticidade.
Conte o que trava a operação hoje. Você sai da primeira conversa com um caminho, mesmo que não feche nada.